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Saudades de alguém muito especial!

Ainda me lembro, era menina-moça e todos os dias, lá estava ele. Cabelos muito lisos, penteados para trás (com o destaque de nunca serem brancos), de porte alto, sempre usando chinelos e calça larga de brim, tendo também o uso da conhecida camiseta branca. Veio de Areal para ajudar a criar o sobrinho que ficou órfão de pai. Tinha como marca registrada fazer pastéis, guardou o segredo de como fazer doces e os inesquecíveis sorvetes e picolés, cujos sabores eram inimitáveis. O picolé de coalhada era encantador! Posso dizer que apelidava a todos e às vezes o apelido era mesmo um nome comum, de pessoa, mas era trocado, como exemplo: Maria podia ser Manuela, Sebastiana e por aí vai.

Seu assobio era conhecido e nele entoava músicas antigas que falavam de amor, traição e tudo mais. Gostava de dançar valsas. Sempre convidava alguém a provar das novas receitas. Nunca falava de sua vida, suas desilusões, seus encantos... . Ninguém ousava perguntar, pois o respeito sempre era mantido.

Seu comércio tinha freqüentadores diversos (homens, senhoras, moças, rapazes, crianças, velhos), ele sabia receber e também, de vez em quando, alguém chegava com um violão e cantava ou entoava músicas singelas e calmas. Como era bom viver assim! Crianças correndo pelas ruas, homens voltando do trabalho, mulheres bonitas assentadas nas soleiras das portas, pessoas contando casos aproveitando as tardes frescas de um outono tranqüilo.

Levou muitos segredos. Se foi numa tarde chuvosa, mas deixando suas marcas, seus ensinamentos, sua alegria e seus amigos!

No calor das lembranças falamos nele nas reuniões de família. Com muito carinho e saudade digo sempre, que muitas pessoas seriam melhores se tivessem tido a oportunidade de conhecer alguém muito especial chamado MÁRIO ROSSI.

Neuza Maria de Araujo Mayrink


Hino de Urucânia.

Urucânia, cidade formosa Menina garbosa, a mais bela que eu vi.
Urucânia, teu nome tem fama
E quem tanto te ama não se esquece de ti.
Tantas glórias em tantas jornadas
Já tão bem cantadas por todo país.
Urucânia cidade da cana,
Teu povo se irmana contente e feliz.

Vim de longe pra te ver Urucânia
Pois não consigo te esquecer,
Urucânia.
Pe. Pinto te abençoou
E muita gente se curou, em Urucânia,
O teu nome vem de flor, Urucânia
E nos inspira tanto amor, Urucânia.
Originária do Urucum
Em teu coração sempre cabe mais um.

Compositor: Manoel Mayrink Neto (Nelito)
Melodia: José Jorge.


A Lenda

Reza a lenda e alguns estudiosos afirmam que a palavra “uru” era usada pelos índios que aqui habitavam, para denominar água, rio, lama, molhado... . Isso explica então, o caso da “biquinha” que existia em Urucânia.
Segundo a lenda, quem bebesse da água da biquinha nunca afastaria desse lugar. Vários romeiros que essa cidade visitou, enchiam suas garrafas e levavam dessa água por ser tão refrescante. Onde atualmente existe a “rodoviária”, antes, porém, era um vale de tamanho considerável. As pessoas desciam nas escadinhas improvisadas no próprio barranco e lá embaixo encontravam a mina; água fria e cristalina que emanava com formosura. Com o passar do tempo, estudiosos constataram contaminação na água da famosa “biquinha”; dessa forma sendo interditada. A área foi aterrada, onde posteriormente deu-se início a construção do terminal rodoviário de Urucânia.

A Arte é simples...

Nossa arte é simples, de pessoas simples, de um município simples, mas abarrotada de um sentimento nobre. São pessoas como eu, você, mas que se diferenciam na expressão de suas aspirações, no jeito que têm de mostrar sua existência para o mundo. Se realizam no que fazem porque colocam amor e sobretudo criatividade em suas obras.

APAE DE URUCÂNIA

A arte dos Alunos – trabalhos com jornais e pinturas

A arte no papel – trabalhos de Samuel Aloísio Batista (à direita da foto).

A arte em louça branca, em cerâmica, azulejos, madeira e panos de prato – Vilma Giardini (in memorian).

A arte em madeira – Silmar Arlindo Pereira (Silmar de Helvécio).

Maquete do Santuário Nossa Senhora das Graças confeccionada de papel e palitos de fósforo, quadros talhados em madeira, o Cristo crucificado, porta-bíblia e oratório - José Eustáquio Ferreira (in memorian).

Carrinhos de madeira – Gilson Lima (Gilson de Itamar)